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Quarta-Feira, 28.1.2026
Dia dos “Fiéis Defuntos” celebrado no Bunheiro
Dia dos “Fiéis Defuntos” celebrado no Bunheiro

Na Paróquia do Bunheiro, às 15H00, celebrou-se a Eucaristia no cemitério. Presidiu à mesma o pároco P. Filipe Coelho, tendo concelebrado com ele o Monsenhor Virgílio e o P. David Pinho. Presente ainda o diácono José Maria Carmo, que leu o Evangelho.

A animação litúrgica esteve a cargo do grupo coral da Paróquia, o apoio ao altar ao grupo de acólitos e o acompanhamento processional à Irmandade do Santíssimo Sacramento.

O tempo foi favorável a que a Eucaristia tivesse ocorrido no cemitério, como era propósito. Por um lado, neste dia, as pessoas preferem estar junto às sepulturas dos seus familiares e, por outro, a igreja não conseguiria acolher as pessoas que acorreram ao cemitério para velar pelos mortos.

A Junta de Freguesia colaborou com a Paróquia do Bunheiro na celebração dos Fiéis Defuntos, instalando a sua aparelhagem de som no cemitério (complementando a da Paróquia de Pardilhó) e diligenciando junto da Câmara Municipal da Murtosa, para que fosse instalado o palco que serviu de estrado ao altar da celebração.

 

 

Nota Histórica

 

Desde o século XI que a Liturgia, consagra o dia 2 de Novembro à memória dos fiéis defuntos.
É uma continuação lógica da festa de Todos os Santos. Se nos limitássemos a lembrar os nossos irmãos Santos, a Comunhão de todos os crentes em Cristo não seria perfeita.

Quer os fiéis que vivem na glória, quer os que vivem na purificação, preparando-se para a visão de Deus, são todos membros de Cristo pelo Baptismo. Continuam todos unidos a nós. A Igreja peregrina não podia, por isso, ao celebrar a Igreja da glória, esquecer a Igreja que se purifica no Purgatório.

É certo que a Igreja, todos os dias, na Missa, ao tornar sacramentalmente presente o Mistério Pascal, lembra «aqueles que nos precederam com o sinal da fé e dormem agora o sono da paz» (Prece Eucarística 1). Mas, neste dia, essa recordação é mais profunda e viva.
O Dia de Fiéis Defuntos não é dia de luto e tristeza. É dia de mais íntima comunhão com aqueles que «não perdemos, porque simplesmente os mandámos à frente» (S. Cipriano). É dia de esperança, porque sabemos que os nossos irmãos ressurgirão em Cristo para uma vida nova. É, sobretudo, dia de oração, que se revestirá da maior eficácia, se a unirmos ao Sacrifício de reconciliação, a Missa.

No Sacrifício da Missa, com efeito, o Sangue de Cristo lavará as culpas e alcançará a misericórdia de Deus para os nossos irmãos que adormeceram na paz com Ele, de modo que, acabada a Sua purificação, sejam admitidos no Seu Reino.

 

 

Reflexão


A liturgia da Comemoração dos Fiéis Defuntos convida-nos a descobrir que o projecto de Deus para o homem é um projecto de vida. No horizonte final do homem não está a morte, o fracasso, o nada, mas está a comunhão com Deus, a realização plena do homem, a felicidade definitiva, a vida eterna.

A liturgia da comemoração dos Fiéis Defuntos assegura-nos que Deus tem um projecto de vida definitiva para oferecer aos homens: o caminho que percorremos nesta terra não termina no fracasso e na morte, mas no encontro com a vida verdadeira e eterna.

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